
Preservação e conservação da Amazônia foram mais uma vez a tônica da apresentação da tribo Munduruku que se tornou tri-campeã do Festribal. Com o tema a Amazônia Eterna a tribo lançou seu lamento e alerta para que a Amazônia não vire um deserto. Os Munduruku inovaram na sua apresentação que começou pelo ritual. Encenando a criação do mundo na visão do povo baniwa, o pajé Francineuber Souza representou Nhiãperikuli, o criador dos baniwa, que para libertar o resto do seu povo teve que enfrentar Omáwali (um peixe-serpente) que os aprisionava. Com a ajuda do gavião real Kamathawa num ato de bravura o pajé enfrentou o peixe- serpente e libertou o seu povo, foi o momento em que a Guardiã Tribal, Géssica Canto, surgiu de dentro do peixe e evolui no Tribodrómo, com sua indumentária de galo da serra. No item tribo originalidade a vida dos índios Munduruku foram retratados, eles eram temidos por outras tribos, pois cortavam a cabeça dos seus inimigos com ajuda de uma lamina de bambu. A fabricação do piracuí (farinha de peixe) também foi encenada no Tribodromo. A índia Guerreira, Thais Sampaio, veio em cima da Formiga de Fogo representando Yucatã a primeira mulher Munduruku. Para finalizar a apresentação a alegoria da Yara, a mãe dos lagos e rios da Amazônia buscou a porta Estandarte da galera.
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